das datas marcadas e sobre os cavalos
nada mais há que engula suas pernas
animadas pelo passo firme
por onde se perfaz o encontro
vibra o timbre da respiração
nada mais há que engula suas pernas
animadas pelo passo firme
por onde se perfaz o encontro
vibra o timbre da respiração
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ResponderExcluirOi, bom dia Alexandre! Augusto pra escola resolvi vir aqui mudar o texto. Talvez por um caminho mais singelo, porém, inspirado pelos últimos dias em que pude me encontrar com outras vozes tão entusiasmadas e sinceramente correspondentes. A questão da metalinguagem que havia sido excluída de alguma maneira, segundo a proposta inicial da oficina, busquei também rever. Notifico isso aqui porque os comentários que fez acima perdem o sentido que tiveram naquele momento para aquele primeiro texto, mas que bom que ao ler os outros poemas publicados no blog posso aproveitar da abertura dessa atividade para refazer o que proponho em um outro tema. Abraços! Até
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ResponderExcluirEntendi. Então retiro meus comentários também. Mas gostei mais do poema que estava lá do que deste. Enfim... sigamos com o blog e a oficina.
ResponderExcluirOi, Alexandre! Só achei meio extenso e preciso trabalhar mais nele. Sei lá. Sigamos e muito bom! Valeu!
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