Iconoclastas, I
Anderson Pires
O relógio no pulso, cidadão
rico
pobre
marca a mesma hora
inexata, o fuso de Brasília.
O tempo presente
minuto que passou
segundo que falta.
Ei, ainda não me apresentei,
mas sei que o teu nome é distúrbio.
(continua)
O começo vai ser formalizando como um poema-exercício, típico de oficina. Depois o autor se entrega: é Anderson Pires no seu melhor estilo! Vem aí o folhetim poético das ocupações de 2016? Tomara!
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