Caramba! Que porrada! Valeu, Fernanda! Muito de um poema é como e onde entra o eu! Aqui a entrada acerta na mosca. Tem esse mesmo recuso no poema Iconoclastas I, do Anderson, sacaram? Lá, está criando gancho para o folhetim. Aqui dá uma tom ambíguo, melancólico da derrota / esperançoso da luta, do final.
Caramba! Que porrada! Valeu, Fernanda! Muito de um poema é como e onde entra o eu! Aqui a entrada acerta na mosca. Tem esse mesmo recuso no poema Iconoclastas I, do Anderson, sacaram? Lá, está criando gancho para o folhetim. Aqui dá uma tom ambíguo, melancólico da derrota / esperançoso da luta, do final.
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