Ane, é legal como o ritmo, as quebradas sintáticas do verso, tipo "das mãos / em marcha e as vozes", cria uns transes na leitura, quebra paralelismos, o que acaba dizendo muito sobre a questão do poema. Tipo produzindo não a presença, mas a presença do que queremos fora. Pra mim são coisas diferentes.
Ane, é legal como o ritmo, as quebradas sintáticas do verso, tipo "das mãos / em marcha e as vozes", cria uns transes na leitura, quebra paralelismos, o que acaba dizendo muito sobre a questão do poema. Tipo produzindo não a presença, mas a presença do que queremos fora. Pra mim são coisas diferentes.
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